22 de julho de 2009

Sobre a Cia. Equilibrio

CIA. EQUILIBRIO DE DANÇA
Surgiu em 1999 no “Projeto Pro – Dança” coordenado pelo bailarino e coreografo Valdemar Santos no Núcleo de Atenção Integral a Criança e Adolescente do Dirceu. Desde então investe no estudo e profissionalização de seu elenco oferecendo aulas regulares de dança clássica e contemporânea como forma de manter o nível a qualidade técnica e artística dos seus trabalhos. Em todos esses anos de existência e experiências produziram diversas coreografias, performances, experimentações e espetáculos, contribuiu também com a capacitação e profissionalização de diversos artistas tais como: José Nascimento (hoje bailarino do Balé da Cidade de Teresina) Elielson Pacheco (hoje interprete - criador do Núcleo do Dirceu) Samuel Alves (hoje bailarino e coreografo do Balé da Cidade de Teresina e Só Homens Cia. De dança). Se consolidando assim como uma companhia que produz não só espetáculos mãos também artistas de qualidade.

Com trabalho inicialmente livre a companhia foi aos pouco se profissionalizando e produzindo uma dança com mais qualidade, inserindo eu suas pesquisas os elementos da cultura popular e fazendo uma mistura com a dança contemporânea, dessa forma produziu diversos espetáculos com: Étnico (2001): Estréia no cenário da dança piauiense, o espetáculo fala das misturas existentes na cultura Brasileira, fui o trabalho que lançou a companhia no cenário da dança piauiense sendo inclusive convidado a participar do Festival de Cultural “Artes de Março” promovido pelo Teresina Shopping. O Piau e a Pirambeba (2003): solo com o bailarino e coreógrafo Valdemar Santos, inspirado em dois peixes dos Rios Poti e Parnaíba. O espetáculo tem como fundo nossa cultura popular, tem trilha sonora especialmente composta para trabalho pelo musico piauiense Saquá. O espaço quando ninguém vê (2004) que mostra situações de quando não somos vistos por ninguém; Esse trabalho é um marco na história da companhia, pois diferente dos temas anteriores busca falar de um homem mais universal, o formato também se modifica, feito pra ser mostrado em espaços alternativos e com um conceito mais contemporâneo. Lendário Piauiense (2005) uma pesquisa sobre as lendas piauiense, e apresentado em praças e escolas, musica executada e especialmente composta para o trabalho pelo “Grupo Musical Os Olivêra”. O trabalho foi aprovado no programa BNB Cultural na edição do mesmo ano. A vida intima de uma Galinha (2006): Primeiro infantil de dança do estado, teve estréia dentro do Circuito Cultural Banco do Brasil, trouxe um espetáculo de fomento e formação de platéia para dança no Piauí; O que você sempre quis saber mais seus pais não contou (2006) voltado para o público adolescente abordando os temas gravidez na adolescência, masturbação, homossexualismo, HIV/AIDS etc. Apresentou-se em diversas escolas de Estado em parceria com a Secretaria de Saúde do Piauí dentro do projeto SPE (Saúde e Prevenção nas Escolas); Qu4tro (2007): Fala do universo feminino das quatro bailarinas do elenco, a movimentação foi elaborada e pesquisada para que as bailarinas se colocassem de forma que o trabalho se tornasse particular e intransferível, cada interprete contribuiu para criação das seqüências coreográficas. Por baixo dos panos (2007): Um dueto com Elizabeth Battali e Valdemar Santos, a proposta do trabalho é mostrar o ato sexual de forma artística; a pesquisa dos momentos executados pelos corpos no ato, um balé de prazer e descobertas. O trabalho também teve outro olhar espacial envolvendo o publico numa arena onde podem observar os corpos por vários ângulos. Todo Lado (2008) Uma ação, um gesto, um grito já vividos. O repetir do sentimento como repetidas são as batidas do coração. Inteiro e desconexo de sentido, é cênico, é ritmo. Chance de encontrar a si mesmo, espelho para se rever e refazer-se. É um jogo cênico que culmina num abraço pressentido enquanto, outra vez, toca a mesma musica para que a vida seja reescrita.

Participação nos Projetos:
Projeto Artes de Março (Teresina-2002/2003/2004/2008)
Circuito Cultural Banco do Brasil (2003/2004/2006)
Festival de Dança de Teresina (de 2002 a 2007)
Piauí Pop (Teresina-2005/2006/2007)
Dança em Foco (Rio de Janeiro-RJ-2007)
Panorama da Dança (Rio de Janeiro-RJ-2007/2008)
Dança Pará (2007/2008)
Passo de Arte (Fortaleza-CE 2008)
Projeto Enquanto o Ônibus não vem (Teresina /2006/2007/2008)
Teatro Popular Teatro 4 de Setembro (Teresina 2007/2008)
Teatro do Boi
Teatro João Paulo II
Ficha Técnica:
Direção: Valdemar Santos
Produção Executiva: Luis Carlos vale
Bailarinos: Kiara Lima, Elizabeth Battali, Carola Carvalho, Chyntia Layana, Valdemar Santos e Cléo de Santis
CIA. EQUILIBRIO DE DANÇA
Surgiu em 1999 no “Projeto Pro – Dança” coordenado pelo bailarino e coreografo Valdemar Santos no Núcleo de Atenção Integral a Criança e Adolescente do Dirceu. Desde então investe no estudo e profissionalização de seu elenco oferecendo aulas regulares de dança clássica e contemporânea como forma de manter o nível a qualidade técnica e artística dos seus trabalhos. Em todos esses anos de existência e experiências produziram diversas coreografias, performances, experimentações e espetáculos, contribuiu também com a capacitação e profissionalização de diversos artistas tais como: José Nascimento (hoje bailarino do Balé da Cidade de Teresina) Elielson Pacheco (hoje interprete - criador do Núcleo do Dirceu) Samuel Alves (hoje bailarino e coreografo do Balé da Cidade de Teresina e Só Homens Cia. De dança). Se consolidando assim como uma companhia que produz não só espetáculos mãos também artistas de qualidade.

Com trabalho inicialmente livre a companhia foi aos pouco se profissionalizando e produzindo uma dança com mais qualidade, inserindo eu suas pesquisas os elementos da cultura popular e fazendo uma mistura com a dança contemporânea, dessa forma produziu diversos espetáculos com: Étnico (2001): Estréia no cenário da dança piauiense, o espetáculo fala das misturas existentes na cultura Brasileira, fui o trabalho que lançou a companhia no cenário da dança piauiense sendo inclusive convidado a participar do Festival de Cultural “Artes de Março” promovido pelo Teresina Shopping. O Piau e a Pirambeba (2003): solo com o bailarino e coreógrafo Valdemar Santos, inspirado em dois peixes dos Rios Poti e Parnaíba. O espetáculo tem como fundo nossa cultura popular, tem trilha sonora especialmente composta para trabalho pelo musico piauiense Saquá. O espaço quando ninguém vê (2004) que mostra situações de quando não somos vistos por ninguém; Esse trabalho é um marco na história da companhia, pois diferente dos temas anteriores busca falar de um homem mais universal, o formato também se modifica, feito pra ser mostrado em espaços alternativos e com um conceito mais contemporâneo. Lendário Piauiense (2005) uma pesquisa sobre as lendas piauiense, e apresentado em praças e escolas, musica executada e especialmente composta para o trabalho pelo “Grupo Musical Os Olivêra”. O trabalho foi aprovado no programa BNB Cultural na edição do mesmo ano. A vida intima de uma Galinha (2006): Primeiro infantil de dança do estado, teve estréia dentro do Circuito Cultural Banco do Brasil, trouxe um espetáculo de fomento e formação de platéia para dança no Piauí; O que você sempre quis saber mais seus pais não contou (2006) voltado para o público adolescente abordando os temas gravidez na adolescência, masturbação, homossexualismo, HIV/AIDS etc. Apresentou-se em diversas escolas de Estado em parceria com a Secretaria de Saúde do Piauí dentro do projeto SPE (Saúde e Prevenção nas Escolas); Qu4tro (2007): Fala do universo feminino das quatro bailarinas do elenco, a movimentação foi elaborada e pesquisada para que as bailarinas se colocassem de forma que o trabalho se tornasse particular e intransferível, cada interprete contribuiu para criação das seqüências coreográficas. Por baixo dos panos (2007): Um dueto com Elizabeth Battali e Valdemar Santos, a proposta do trabalho é mostrar o ato sexual de forma artística; a pesquisa dos momentos executados pelos corpos no ato, um balé de prazer e descobertas. O trabalho também teve outro olhar espacial envolvendo o publico numa arena onde podem observar os corpos por vários ângulos. Todo Lado (2008) Uma ação, um gesto, um grito já vividos. O repetir do sentimento como repetidas são as batidas do coração. Inteiro e desconexo de sentido, é cênico, é ritmo. Chance de encontrar a si mesmo, espelho para se rever e refazer-se. É um jogo cênico que culmina num abraço pressentido enquanto, outra vez, toca a mesma musica para que a vida seja reescrita.

Participação nos Projetos:
Projeto Artes de Março (Teresina-2002/2003/2004/2008)
Circuito Cultural Banco do Brasil (2003/2004/2006)
Festival de Dança de Teresina (de 2002 a 2007)
Piauí Pop (Teresina-2005/2006/2007)
Dança em Foco (Rio de Janeiro-RJ-2007)
Panorama da Dança (Rio de Janeiro-RJ-2007/2008)
Dança Pará (2007/2008)
Passo de Arte (Fortaleza-CE 2008)
Projeto Enquanto o Ônibus não vem (Teresina /2006/2007/2008)
Teatro Popular Teatro 4 de Setembro (Teresina 2007/2008)
Teatro do Boi
Teatro João Paulo II
Ficha Técnica:
Direção: Valdemar Santos
Produção Executiva: Luis Carlos vale
Bailarinos: Kiara Lima, Elizabeth Battali, Carola Carvalho, Chyntia Layana, Valdemar Santos e Cléo de Santis

foto: Valdemar Santos

23 de junho de 2009

Festival de Dança do SESI 2009/Belém Pará.

Festival de Dança do SESI 2009/Belém Pará.

Reunindo companhias da capital e do interior do Pará o festival de dança do SESI aconteceu de 18 a 21 de junho no Teatro do SESI que fica na Avenida Almirante barroso em Belém. A leveza do balé clássico, a energia do jazz, o vigor da dança de rua, a singularidade do folclore regional e os criativos grupos da melhor idade exibiram suas coreografias nas categorias: livre, moderno, contemporâneo, dança de salão e balé clássico. O festival recebeu durante 4 dias um grande publico que se manifestava de forma espontânea e respeitosa, como sempre acontece em festivais de dança em qualquer lugar do Brasil. Gritos de “abalou!” enchia de entusiasmo a platéia formada por muitos bailarinos, estudantes e um publico bem fiel que a dança do Pará vem cativando ao longo dos anos, por lá acontece cerca de quinze festivais por ano isso fortalece e valoriza a produção local. O festival se coloca como um dos mais importantes do cenário nacional e juntou profissionais de dança, estudantes e bailarinos de toda parte do Pará.

Valdemar Santos (Vinagre e Fel)



Foi dividido em três atividades e momentos específicos, pela manhã tiveram oficinas de dança, à noite as apresentações das coreografias e no ultimo dia pela manhã a mesa de discussão. Entre os convidados especiais que ministraram oficinas, apresentaram trabalhos coreográficos e ainda avaliaram o festival estavam o coreografo Caio Nunes (RJ) que ministrou oficina de Moderno/Jazz; os bailarinos do Teatro Municipal do Rio Raquel Ribeiro e Ronaldo Martins ministraram para crianças e adultos as oficinas de balé clássico e apresentaram um trecho de balé ALERQUINAGE; a bailarina e professora Ana Mendes (AM) contribuiu com a oficina de moderno e Valdemar Santos coreografo e bailarino (PI) que além de apresentar a coreografia Vinagre e fel ministrou a oficina de dança contemporâneo para adultos. Essa equipe tinham a responsabilidade de escolher a melhor coreografia, bailarino revelação, melhor grupo, melhor bailarino, que receberam prêmios especiais, embora o festival não tenham caráter competitivo, os trabalhos foram avaliado para receber prêmios em dinheiro. Segundo a coordenação do evento o maior objetivo do festival não é a competição e este ano optaram por realizar um festival de cunho pedagógico, incentivando a troca de experiência entre as companhias e apostando na dança como uma importante ferramenta transformadora.
São tantos os benefícios que festivais como esses trazem a dança nacional, pois junta num ambiente propicio profissionais de diversas regiões do Brasil e que tem ali a oportunidade de trocar informações e assim diagnosticar a dança, é importante, pois comparamos nossa realidade com a realidade de outros profissionais brasileiros. O certo é que a dança vem evoluindo muito, seja em Goiânia, Belém ou Teresina, seja na Mostra de Dança de Manaus, No Panorama da dança ou Festival de Joinville, existe sempre muita criatividade, isso prova que para a dança não faltam fôlegos, giros, saltos, a dança cresce sempre, as linguagens se misturam, o publico ganha, são pesquisas cada vez mais elaboradas que enchem os olhos de qualquer público do mundo. Viva a Dança!

30 de maio de 2009

Entre os dias 18 e 21 de junho acontece Belém do Pará o Festival de Dança do SESI, o festival em sua 19ª edição promove o encontro entre profissionais

Entre os dias 18 e 21 de junho acontece Belém do Pará o Festival de Dança do SESI, o festival em sua 19ª edição promove o encontro entre profissionais das regiões norte, nordeste e sudeste.

Belém vem ao longo dos anos trabalhando uma dança influenciada por lendas e tradições populares e se tornando uma referencia na dança contemporânea, lá acontecem ao longo do ano muitos festivais, com público garantido destaques para: "Masculino na Dança" (como o nome já diz só para homens); "Infância na Dança" (só crianças) "Dança Pará" (mistura todos) entre outros, incentivando sempre a pesquisa e criação de dança. Ano passado foi criado o curso de Graduação em Dança pela UFPA, estão anos a frente de muitos outros Estados que não possuem nem o curso técnico de Dança.




A convite do produtor e coreógrafo Mauricio Quintairos Valdemar Santos vai participa do festival entre os dis 18 e 21 de junho, ministrando oficinas dia 19 e 20, apresentação da coreografia "Vinagre e fel" 20 e 21(esse trabalho é inédito em Teresina e que faz parte do projeto Estudo Sobre o corpo nº 0224 que foi aprovado na edição 2009 da Lei A. Tito Filho e estréia em Amarante dia 23 de novembro e dia 25 na Sala Torquato Neto no Clube dos Diários). O coreógrafo também participa de mesa redonda todos os dias do evento. "Representa reconhecimento do meu trabalho, venho desenvolvendo a 13 anos em Teresina e desde criança em Amarante. Um trabalho com muito estudo, experimento e dedicação; Sempre apostei na dança como ciência que precisa de muito estudo; trabalhamos com o corpo, nosso instrumento principal, infinitamente repleto de possibilidades, isso sempre me instigou muito, sempre fez parte das minhas pesquisas, sempre quis colocar o corpo como protagonista do meu trabalho. Tenho uma grande parceria com Daley Quintais e Mauricio Quintairos que juntos realizam o Dança Pará, desde 2007 venho participando juntamente com a Cia. equilíbrio do festival, sempre como convidados, isso inclui transporte, hospedagem alimentação e cachê. Vou sozinho esse ano, o festival do SESI eu ainda não conheço, vou levando um trabalho ainda inédito em Teresina que foi aprovado na lei de incentivo municipal e que faz parte de um projeto autobiográfico que mistura minha história com a história de um poeta conterrâneo o grande Da Costa e Silva, desde de criança ouço conheço o trabalho dele, grande poeta. A cinco anos atrás comecei a pensar na criação de um espetáculo que misturasse a poesia das palavras com a poesia dos movimentos, a poesia tem ritmo, tempo, forma esses são também elementos marcantes na dança, acho que através da dança poderei mostrar para nossa geração o grande artista que ele foi."
É mais um grande passo pra dança piauiense que vive um momento de coletividade e muito trabalho, no começo do mês temos a Virtus indo pro Festival em Fortaleza, mês passado o Núcleo do Dirceu estava no Rio de Janeiro, em abril a Cia. Luzia Amélia foi pra Salvador, em breve no festival de Joinville teremos Elielson Pacheco e Sidh Ribeiro, o Itaú Cultural que em breve lança lista dos espetáculos do Piauí que vão para São Paulo, isso só pra citar alguns exemplos de que a dança no Piauí está viva e pulsante, festejamos juntos esse momento de trabalho, precisamos agora é garantir políticas publicas mais claras e objetivas, também garantir formação e capacitação profissional, precisamos de Universidades que invistam nessa idéia, temos públicos precisamos de ação.

20 de fevereiro de 2009

Nossa Dança não quer pouco....

A dança por muito tempo vem sendo engessada. Conquistamos muitas coisas como bolsas para instrutores de dança, balé da cidade e núcleo de criação, surgiram cias como só homens, as academias cresceram e exploraram outras linguagem, surge o artista independente, que corre em busca de editais e que conquista premios e realiza de forma digna seus projetos. Porém o trabalho ainda requer muito, precisamos mostrar para o Piauí que nassa dança vai além de passos executados perfeitamente, ou de movimentos legais feitos em cima de uma musica que gostei muito.
A dança pensa, sente e questiona. A dança quer mais, quer sair das salas e invadir as ruas, quer ser alternativa ou quase performance, não quer ser rotulada nem formalizada, que bebe do popular ao erudito, não quer ter cor, nem morrer de amor, que tesão, paixão, agonia e rebeldia. A dança que buscamos quer jogar fora as sapatinhas, que beber mais do que é nosso sem deixar de ser universal, ter mais liberdade de movimento, que dizer o que sente e fazer o que quer... Nossa dança e densa, tem o caldo grosso que vem sendo cozido desde muito tempo, quando ainda se morava na caverna e dançava pedindo chuva, nossa dança deve beber da nação tremembé, deve saber que aqui outrora viveu índios que foram mortos brutalmente e que seus gritos até hoje ressoa no poti, nossa dança tem pés descalços, tem barro e grude nas unhas, mais tem também coragem pra assumir que não se conhece, a dança hoje quer conhecer que a faz, quer união e troca de ideias, quer busca em cada um o que se tem para oferecer.

21 de janeiro de 2009

"PIAUÍ DANÇA RIO 2009"
É uma plataforma de exposição da dança produzida no Piauí no Rio de Janeiro.

Tem o objetivo de levar os trabalhos de seis grandes companhias Piauiense para o Rio de Janeiro. Cada companhia terá uma noite para se apresentar com a possibilidade de apresentar para um grande publico. A mostra se realizará no Teatro Nelson Rodrigues em outubro de 2009.

COMPANHIAS:
1. Balé Popular do Piauí
2. Balé da Cidade de Teresina
3. Só Homens Cia. de Dança
4. Virtus Cia. de Dança
5. Núcleo de Dança Casa de Zabelê
6. Cia. Equilíbrio de Dança
BALÉ POPULAR DO PIAUÍ

CIA. EQUILIBRIO DE DANÇA


VIRTUS CIA. DE DANÇASÓ HOMENS CIA. DE DANÇA


NÚCLEO DE DANÇA CASA DE ZABELÊ
BALÉ DA CIDADE DE TERESINA


O projeto tem objetivo de trabalhar em coletivo. A mostra é pioneira tanto no Piauí como no Rio de Janeiro. O projeto busca fortalecer as relações entre companhias locais e levar nossa cultura para outros públicos.
A versão Piauí da mostra acontece entre os dias 2 de abril a 02 de maio sempre as 20h no Teatro 4 de Setembro, com as mesma companhias envolvidas na edição carioca.